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	<title>Cyberlaw &#187; polícia federal</title>
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	<description>Direito &#38; Tecnologia, por Gisele Truzzi</description>
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		<title>CRIMES VIRTUAIS GERAM MAIS DINHEIRO DO QUE O NARCOTR&#193;FICO, DIZ PF</title>
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		<pubDate>Sat, 24 May 2008 16:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo perito de informática da Polícia Federal, bancos são os mais atingidos. Hackers utilizam provedores de vários países para dificultar rastreamento de e-mails.
O narcotráfico é uma das atividades ilícitas mais violentas e que também dão mais dinheiro em todo o mundo. Mas uma outra modalidade criminosa está gerando quantias maiores sem que o criminoso precise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2"><strong><span class="drop">S</span>egundo perito de informática da Polícia Federal, bancos são os mais atingidos. Hackers utilizam provedores de vários países para dificultar rastreamento de e-mails.</strong></font></p>
<p><font size="2">O narcotráfico é uma das atividades ilícitas mais violentas e que também dão mais dinheiro em todo o mundo. Mas uma outra modalidade criminosa está gerando quantias maiores sem que o criminoso precise usar fuzis e granadas: o crime cibernético. </font></p>
<p><font size="2">A informação é do perito da Polícia Federal e presidente da Associação Brasileira de Especialistas em Alta Tecnologia (Abeat), Paulo Quintiliano, com base em informações do Banco Mundial. </font></p>
<p><font size="2">Sem especificar os lucros gerados pelos dois tipos de crimes, Quintiliano explicou que as principais vítimas dos “assaltantes virtuais” são as instituições financeiras, que perdem milhões de dólares todos os anos. </font></p>
<p><font size="2">“Os hackers acabam atacando as instituições financeiras através do elo mais fraco da corrente, que são os correntistas, pegando as senhas bancárias durante uma transação online. Não existe um sistema de segurança 100% seguro”, disse. </font></p>
<p><font size="2">Quintiliano esteve presente na manhã desta terça-feira (20) no Centro do Rio para participar da coletiva sobre o 5º Congresso Internacional de Perícias em Crimes Cibernéticos (ICCyber 2008), que será realizado em setembro. </font></p>
<ul>
<li><font size="2"><strong>Golpe pode envolver vários continentes </strong></font></li>
</ul>
<p><font size="2">Para conseguir roubar grandes quantias sem serem localizados, os hackers muitas vezes utilizam provedores de vários países para dificultar o rastreamento das transações, segundo explicou o perito da PF. </font></p>
<p><font size="2">“Por exemplo, um hacker dos Estados Unidos manda um e-mail para um brasileiro indicando um falso site, que está hospedado em um provedor da China. Se o brasileiro acessar o site, poderá ter suas informações roubadas, que podem ser enviadas para um provedor da Europa. Como envolve vários países, fica difícil promovermos uma investigação. Teria que envolver a polícia de vários países”, disse. </font></p>
<p><font size="2">Uma outra grande dificuldade encontrada pela polícia federal para prender estes criminosos é a falta de legislação aqui no Brasil. “Se uma pessoa apenas invadir um computador, sem causar nenhum tipo de dano, ela não pode ser presa porque não existe lei que condene este invasor”, disse. </font></p>
<p><em><font size="1">Fonte:  <strong><a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL487856-5606,00.html" onclick="urchinTracker('/outgoing/g1.globo.com/Noticias/Rio/0_MUL487856-5606_00.html?referer=');">G1</a></strong></font></em></p>
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		<title>Hacker de SC é condenado a 11 anos de prisão &#8211; Quadrilha teria desviado R$ 6 milhões de contas bancárias</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 20:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop">M</span>ais um exemplo que a legislação brasileira é suficiente para coibir o estelionato praticado por meio eletrônico om o desvio de valores do serviço de internet banking ocorreu em Santa Catarina na semana passada. A etapa mais difícil nestes procedimentos é a identificação da autoria. Uma vez apurada, a lei atual pode ser aplicada como aconteceu neste caso</p>
<p>A Justiça condenou a 11 anos de prisão José Carlos Cabral, 23 anos, acusado de liderar uma quadrilha que cometia crimes pela internet.</p>
<p>No mundo virtual ele era conhecido pelo apelido AshCatium. Cabral está preso desde agosto de 2006, na sede da Polícia Federal, em Florianópolis.</p>
<p>A sentença foi proferida na quarta-feira. Outras 10 pessoas também foram condenadas, inclusive os pais do rapaz, Shirlei e João Cabral. Cada um deles terá de cumprir pena de oito anos e seis meses de prisão. O grupo teria desviado cerca de R$ 6 milhões de contas bancárias espalhadas pelo país.</p>
<p>A sentença é do juiz Rodrigo Tavares Martins, da Primeira Vara de São Bento do Sul, município no Planalto Norte de Santa Catarina. Ele não quis se manifestar sobre o caso, pois o processo corre em segredo de Justiça. Já o advogado Arão dos Santos, que defende a família Cabral, limitou-se a dizer que vai recorrer da decisão.</p>
<p>Senhas e laranjas</p>
<p>O caso foi descoberto em fevereiro de 2005. José Carlos foi preso em casa, acusado pelos desvios milionários. Testemunhas do caso disseram, na época, que AshCatium conseguia as senhas das contas correntes das vítimas e transferia dinheiro para as contas de laranjas espalhados pelo país. Para lavar o dinheiro, simulava compras via internet.</p>
<p>Em maio do mesmo ano ele foi solto pela Justiça, para responder em liberdade às acusações. Em agosto do ano seguinte, novamente policiais federais foram à casa da família Cabral e, na operação AshCatium 2, prenderam, além do rapaz, os pais dele. De acordo com as investigações, ele continuava a movimentar dinheiro de correntistas por meio da Internet.</p>
<p>Os pais dele foram acusados de emprestar as contas bancárias para receber os valores das transações ilegais. Segundo as investigações, José Carlos é o líder do grupo que agia em diversos pontos do Brasil. Bens em nome do rapaz e dinheiro nas contas da família foram apreendidos pela Justiça.</p>
<p>Fonte: <a target="_blank" href="http://www.alexandreatheniense.com.br/2008/02/hacker-de-sc-co.html" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.alexandreatheniense.com.br/2008/02/hacker-de-sc-co.html?referer=');">http://www.alexandreatheniense.com.br/2008/02/hacker-de-sc-co.html</a></p>
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		<title>CRIAÇÃO DA DIVISÃO DE CRIMES CIBERNÉTICOS ESTÁ PARADA NO GOVERNO HÁ 2 ANOS</title>
		<link>http://www.truzzi.com.br/blog/2008/02/10/criacao-da-divisao-de-crimes-ciberneticos-esta-parada-no-governo-ha-2-anos/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 18:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criação da divisão de crimes cibernéticos está parada no governo há 2 anos
Fonte: COMPUTER WORLD &#8211; http://computerworld.uol.com.br/governo/2007/11/27/idgnoticia.2007-11-27.3580111869
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD*
Polícia Federal tem unidade que funciona informalmente e, se tivesse a divisão, poderia implantar delegacias estaduais para acompanhar mais de perto os crimes eletrônicos, segundo delegado.
Um projeto para a criação de uma Divisão de Repressão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span class="drop">C</span>riação da divisão de crimes cibernéticos está parada no governo há 2 anos</h2>
<p class="url">Fonte: COMPUTER WORLD &#8211; <a href="http://computerworld.uol.com.br/governo/2007/11/27/idgnoticia.2007-11-27.3580111869" onclick="urchinTracker('/outgoing/computerworld.uol.com.br/governo/2007/11/27/idgnoticia.2007-11-27.3580111869?referer=');">http://computerworld.uol.com.br/governo/2007/11/27/idgnoticia.2007-11-27.3580111869</a></p>
<p class="autor">Por <span>Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD*</span></p>
<p class="olho">Polícia Federal tem unidade que funciona informalmente e, se tivesse a divisão, poderia implantar delegacias estaduais para acompanhar mais de perto os crimes eletrônicos, segundo delegado.</p>
<p class="texto">Um projeto para a criação de uma Divisão de Repressão aos Crimes Cibernéticos aguarda encaminhamento por parte do governo federal desde 2005. Nessa data, a Polícia Federal sugeriu a sua criação ao ministério da Justiça, mas desde então o assunto repousa nas gavetas das esferas federais.</p>
<p>Naquele ano, já havia um volume de crimes pela internet que, na opinião da Polícia Federal, justificaria a criação da divisão. Por isso, antes mesmo da oficialização, ela montou equipe de peritos e passou a acompanhar mais de perto o assunto.</p>
<p>A falta de uma Divisão, entretanto, impede que a Polícia Federal monte delegacias estaduais para esse tipo de infração, a exemplo do que já acontece com a Polícia Civil, como explicou Adalton de Almeida Martins, delegado da Polícia Federal que só atua com crimes cibernéticos.</p>
<p>Segundo ele, que participou hoje (27/11) da II Jornada de Tecnologia do Banco do Brasil, &#8220;é difícil explicar porque as coisas levam esse tempo no governo&#8221;. A criação da divisão foi proposta pelo ministério da Justiça ao Planejamento, mas não há previsão para a resposta desta pasta.</p>
<p>Segundo ele, como não tem uma estrutura descentralizada, é difícil para a Polícia mensurar o crescimento desse tipo de crime no País, mas o número de detenções feitas pela equipe que ainda trabalha informalmente na PF cresce entre 60% e 70% ao ano, segundo ele. O grupo de profissionais é composto por 160 pessoas, entre peritos, delegados e agentes.</p>
<p>Martins lembra que a primeira condenação por crime cibernético no Brasil aconteceu em 2003, quando a PF prendeu um rapaz de Petrópolis (RJ) que fraudava bancos pela internet. A falta de uma legislação específica para esse tipo de crime, entretanto, faz com que as punições não tenham uma lógica.</p>
<p>Um médico do Hospital de Base de Brasília (DF), por exemplo, preso em flagrante promovendo pedofilia pela internet, foi solto depois de dois anos de detenção, enquanto o rapaz de Petrópolis teve uma pena de seis anos.</p>
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		<title>POLÍCIA FEDERAL OBTÉM SUCESSO EM GRANDE OPERAÇÃO DE COMBATE À PEDOFILIA</title>
		<link>http://www.truzzi.com.br/blog/2007/12/27/policia-federal-obtem-sucesso-em-grande-operacao-de-combate-a-pedofilia/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 22:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Fonte: Agência Estado
Na maior operação contra a pedofilia feita no Brasil &#8211; a primeira deflagrada por iniciativa brasileira -, batizada de Carrossel, a Polícia Federal cumpriu no dia 20 de dezembro 102 mandados de busca e apreensão em 14 Estados e no DF.Foram recolhidos computadores, CDs, fotos, vídeos e outras mídias em endereços residenciais, em escritórios e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 8pt; font-family: Arial"><span class="drop"></span>Fonte: Agência Estado<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></p>
<p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">Na maior operação contra a pedofilia feita no Brasil &#8211; a primeira deflagrada por iniciativa brasileira -, batizada de <em><span style="font-family: Arial">Carrossel</span></em>, a Polícia Federal cumpriu no dia 20 de dezembro 102 mandados de busca e apreensão em <strong><span style="font-family: Arial">14 Estados e no DF</span></strong>.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">Foram recolhidos computadores, CDs, fotos, vídeos e outras mídias em endereços residenciais, em escritórios e em empresas de suspeitos de crimes sexuais contra crianças. Foram detectados pela PF cerca de <strong><span style="font-family: Arial">3.800 acessos a material pornográfico infantil na internet</span></strong>. <strong><span style="font-family: Arial">Três pessoas foram presas em flagrante</span></strong>, duas <st1:personname ProductID="em São Paulo" w:st="on">em São Paulo</st1:personname> e uma em Fortaleza.<br />
<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></p>
<p>Segundo o delegado Adailton Martins, chefe da Divisão de Combate a Crimes Cibernéticos da PF e encarregado da operação, a comunidade flagrada acessava cenas de todo tipo de ato libidinoso. <u></p>
<p>Foram apreendidas fotos e vídeos com crianças de até 2 anos de idade</u>. &#8220;Alguns pareciam bebês, é realmente um crime nefasto.&#8221;<o:p></o:p></span><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></u><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">Todo o material apreendido será agora analisado e, com base nele, serão identificados e processados os pedófilos, que podem pegar de 2 anos a 4 anos de prisão. Os produtores das mídias e responsáveis pela difusão pegarão penas maiores.</span></u><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></p>
<p>Para chegar à rede, a PF considerou no mínimo cinco acessos a endereços de pornografia infantil feitos pelos suspeitos.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">Para chegar aos locais dos mandados, os policiais mapearam os endereços eletrônicos dos computadores, os IPs (Internet Protocol) das máquinas que remetiam ou recebiam os arquivos pornográficos desde agosto deste ano. </span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><u></p>
<p>Além dos mandados no Brasil, a PF também identificou os endereços de usuários em outros 78 países</u>. Segundo a assessoria de comunicação da PF, as autoridades policiais destes locais foram avisadas dos crimes, através da Interpol.<o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><span> </span>&#8220;Provavelmente eles utilizam um chat (sala de bate-papo on-line) para se conhecerem. Ainda não sabemos qual é, mas capturamos várias informações e a tendência é chegarmos a mais pessoas&#8221;, destaca Martins.  <o:p></o:p></span><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"> </span></em><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></p>
<p>Clique <a href="http://www.dpf.gov.br/DCS/noticias/2007/Dezembro/Entrevista%20DPF%20Adalton.mp3" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.dpf.gov.br/DCS/noticias/2007/Dezembro/Entrevista_20DPF_20Adalton.mp3?referer=');">aqui</a> para ouvir a entrevista completa concedida pelo Delegado Adailton Martins.<o:p></o:p></span></em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></p>
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		<title>PF PRENDE 43 PESSOAS DE QUADRILHA QUE FURTAVA DINHEIRO PELA INTERNET</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 12:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/2007/12/04/ult23u752.jhtm 04/12/2007 &#8211; 12h19  A Delegacia de Polícia Federal do município de Uberaba, em Minas Gerais, com apoio da 1ª Promotoria de Combate ao Crime Organizado da cidade, deflagrou na manhã desta terça-feira (4) a Operação Muro de Fogo e prendeu 43 pessoas acusadas de pertencer a uma quadrilha que furtava dinheiro de contas bancárias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 7.5pt; color: black; font-family: Arial"><span class="drop">F</span>onte: <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/2007/12/04/ult23u752.jhtm" onclick="urchinTracker('/outgoing/noticias.uol.com.br/ultnot/2007/12/04/ult23u752.jhtm?referer=');">http://noticias.uol.com.br/ultnot/2007/12/04/ult23u752.jhtm</a></span><span style="font-size: 7.5pt; color: black; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 7.5pt; color: black; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Arial"> </span><span style="font-size: 8pt; color: black; font-family: Arial"><br /></br>04/12/2007 &#8211; 12h19 <br /></br><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"><v:shapetype coordsize="21600,21600" o:spt="75" o:preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f" id="_x0000_t75"><v:stroke joinstyle="miter"></v:stroke><v:formulas><v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"></v:f><v:f eqn="sum @0 1 0"></v:f><v:f eqn="sum 0 0 @1"></v:f><v:f eqn="prod @2 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @0 0 1"></v:f><v:f eqn="prod @6 1 2"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"></v:f><v:f eqn="sum @8 21600 0"></v:f><v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"></v:f><v:f eqn="sum @10 21600 0"></v:f></v:formulas><v:path o:extrusionok="f" gradientshapeok="t" o:connecttype="rect"></v:path><o:lock v:ext="edit" aspectratio="t"></o:lock></v:shapetype><v:shape type="#_x0000_t75" style="width: 0.75pt; height: 0.75pt" id="_x0000_i1025"><v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Recepcao\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.gif" o:href="http://bn.i.uol.com.br/1x1.gif"></v:imagedata></v:shape><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"> </span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"><br /></br>A <strong>Delegacia de Polícia Federal</strong> do município de <strong>Uberaba</strong>, em <strong>Minas Gerais</strong>, com apoio da 1ª Promotoria de Combate ao Crime Organizado da cidade, deflagrou na manhã desta terça-feira (4) a Operação Muro de Fogo e <strong>prendeu 43 pessoas acusadas de pertencer a uma quadrilha que furtava dinheiro de contas bancárias pela Internet.<br /></br><o:p></o:p></strong></span><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial">Foram presas 40 pessoas em Uberaba</span></strong><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial">, <strong>uma em Goiânia</strong> e <strong>outra em São Joaquim da Barra</strong> , no <strong>interior de São Paulo</strong>.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial">A operação envolveu 250 policiais federais em cinco estados do Brasil e é resultado de oito meses de investigação. Foram cumpridos cerca de 50 mandados de prisão e 51 de busca e apreensão nas três cidades onde a quadrilha atuava. Além de computadores e equipamentos eletrônicos, os agentes apreenderam R$ 72.300 em dinheiro.</span><span style="font-size: 11pt; color: black; font-family: Arial"><br /></br><strong><o:p></o:p></strong></span><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span></strong><strong><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"></span></em></strong><strong><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><br /></br>OPERAÇÃO MURO DE FOGO</span></em></strong><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><br /></br></span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><o:p><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><br />
</span></em></o:p></span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><o:p><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial">42 presos em 3 Estados do país</span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><br />
R$ 72.300 e diversos computadores apreendidos</span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><br />
50 mandados de prisão cumpridos</span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><br />
51 mandados de busca e apreensão</span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><br />
250 policiais federais envolvidos</span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><br />
Oito meses de investigação</span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><br />
Quadrilha roubava R$ 1 milhão por mês<o:p></o:p></span></em><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><br /><o:p> </o:p></span></em></o:p></span></em><em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><o:p><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span></em></o:p></span></em> <em><span style="font-size: 9pt; font-family: Arial"><o:p><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span></em><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></em></o:p></span></em><em><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span></em><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">
<p>Segundo o delegado responsável pela operação, Ricardo Ruiz Silva, <strong>a quadrilha é especializada na realização de <u>fraudes pela Internet com a obtenção indevida de números de contas correntes e suas senhas</u> para a realização de transações não autorizadas</strong>, lesando milhares de correntistas e diversas instituições financeiras.</p>
<p></span></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p> </o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span class="noticialink"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></strong></span><span class="noticialink"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></strong></span><span class="noticialink"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">
<p>Os criminosos utilizavam programas do tipo <em><u>trojan</u></em></span></strong></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">, <u>que são disseminados por meio de mensagens de e-mail aos usuários e instalados em seus equipamentos sem o seu conhecimento</u>. <o:p></o:p></span></span><span class="noticialink"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></u></span><span class="noticialink"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></u></span><span class="noticialink"><u><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><br />O programa espião faz um monitoramento das máquinas e consegue copiar senhas e outros dados das contas bancárias</span></u></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">. <br />Depois disso, a quadrilha transferia valores das contas bancárias capturadas para outras contas de &#8220;laranjas&#8221; e efetuava saques e pagamentos.</span></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">
<p>Na ação desta terça <strong>foram detidos os hackers que desenvolveram os programas</strong>, <strong>pessoas que os auxiliam no furto de valores das contas bancárias</strong> e também os <strong>&#8220;laranjas&#8221; que deliberadamente emprestaram suas contas bancárias</strong> para receber transferências fraudulentas.
<p></span></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span><span class="noticialink"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></strong></span><span class="noticialink"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></strong></span><span class="noticialink"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">
<p>A Polícia Federal estima que a quadrilha seja responsável pelo furto de mais de R$ 1 milhão por mês entre saques em caixa eletrônico, pagamentos de boletos e saques na boca do caixa</span></strong></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial">.</span></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"></span></span><span class="noticialink"><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"> .O nome da operação é uma tradução da palavra firewall, software que protege os computadores contra invasões externas.<!-- robots index= "no" --></span></span><span style="font-size: 11pt; font-family: Arial"><o:p></o:p></span></p>
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		<title>Polícia Federal prende bando cibernético</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Nov 2007 23:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: Na Hora Online &#8211; http://www.nahoraonline.com.br/ler_noticia.asp?cod=3785 
Mais uma organização criminosa envolvendo jovens de classe média foi desarticulada ontem. A Polícia Federal prendeu 30 pessoas, todas com idades entre 20 e 25 anos, em Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina, acusadas de participação em uma quadrilha especializada em crimes cibernéticos, lesando correntistas e bancos de todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="1"><span class="drop">F</span>onte: Na Hora Online &#8211; <a href="http://www.nahoraonline.com.br/ler_noticia.asp?cod=3785" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.nahoraonline.com.br/ler_noticia.asp?cod=3785&amp;referer=');"><u><font size="1" color="#0000ff">http://www.nahoraonline.com.br/ler_noticia.asp?cod=3785</font></u></a><font size="1"> </font></font></p>
<p><font size="2" face="Trebuchet MS">Mais uma organização criminosa envolvendo jovens de classe média foi desarticulada ontem. A Polícia Federal prendeu 30 pessoas, todas com idades entre 20 e 25 anos, em Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina, acusadas de participação em uma quadrilha especializada em crimes cibernéticos, lesando correntistas e bancos de todo o País.</font><font size="2" face="Trebuchet MS"> </font><font size="2" face="Trebuchet MS">A PF estima que o crime era praticado há pelo menos cinco anos. Em oito meses de investigação, os hackers teriam gerado um prejuízo de cerca de R$ 14 milhões. Nesse período, foram identificadas aproximadamente 200 vítimas em todo o Brasil, mas os policiais federais acreditam que o número de pessoas lesadas é bem maior.</font><font size="2" face="Trebuchet MS">A Operação Ilíada visava o cumprimento de 31 mandados de prisão – 20 preventivas e 11 temporárias – e 34 de busca e apreensão expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal na capital mineira. Até o final da tarde apenas um suspeito permanecia foragido.</p>
<p>A maior parte das prisões foram efetuadas em Betim – considerada a base da quadrilha. Cinco suspeitos foram presos em Belo Horizonte. A PF cumpriu também mandados de prisão em outras oito cidades mineiras. Uma pessoa foi presa em Joinville (SC) e outra em Porto Seguro (BA).</p>
<p>Mensagens simuladas<br />
A operação arquitetada pela quadrilha era complexa e ocorria quase na sua totalidade no ambiente virtual. O grupo enviava e-mails em nome de empresas, além de mensagens simuladas como notícias relevantes para as vítimas. Depois de abertos, os e-mails instalavam um vírus no computador do usuário sem que este tivesse conhecimento. Quando a vítima acessava seus dados bancários, os criminosos obtinham acesso às contas correntes e realizavam transferências, saques e pagamentos indevidos.</p>
<p>De acordo com a PF, o dinheiro desviado era depositado na conta de laranjas e dividido entre integrantes da quadrilha. &#8220;Pelas investigações concluímos que cada hacker subtraía a quantia de R$ 600 mil por ano, ou seja, R$ 50 mil por mês. O prejuízo total chega a mais de R$ 14 milhões&#8221;, disse o delegado Felipe Baeta.</p>
<p>A quadrilha, conforme as investigações, lesou clientes de várias instituições financeiras, entre elas a Caixa Econômica Federal. &#8220;Desde donos de contas vultosas, donos de empresas, até pessoas mais humildes&#8221;, observou o delegado. &#8220;Eram jovens de classe média, que se dedicavam exclusivamente para esse delito. Ficavam quase integralmente dedicando seu tempo para essa prática&#8221;.</p>
<p>Apontado como o líder do esquema, Guilherme dos Santos Alves, 23 anos, foi preso em Juiz de Fora. Ele mora em Betim, mas visitava parentes. Guilherme e outros 11 hackers foram presos preventivamente. &#8220;Ele conversa com hackers do Brasil inteiro trocando ferramentas&#8221;, afirmou Baeta. Os presos conduzidos até a PF em Belo Horizonte chegaram algemados, tentando esconder os rostos. Familiares se mostravam irritados e evitaram a imprensa. Um parente de preso chegou a discutir com um fotógrafo.</p>
<p></font></p>
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