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	<title>Cyberlaw &#187; advogada especialista em direito eletrônico</title>
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	<description>Direito &#38; Tecnologia, por Gisele Truzzi</description>
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		<title>COMPUTAÇÃO FORENSE &#8211; Material para download_1/3</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 18:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acessando o site do grupo de discussão &#8220;Perícia Forense Aplicada à Informática&#8221;, do qual faço parte, encontrei alguns arquivos muito interessantes sobre esta área da Perícia Forense.
Como os arquivos estão disponibilizados ao público,  resolvi compartilhar este conhecimento em meu blog, disponibilizando-os para download aqui, em 3 etapas.
Nesta 1ª etapa, seguem 2 monografias:
1. &#8220;Análise forense de intrusões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop">A</span>cessando o site do grupo de discussão <a title="Perícia Forense aplicada à Informática" href="http://br.groups.yahoo.com/group/PericiaForense/" target="_blank" onclick="urchinTracker('/outgoing/br.groups.yahoo.com/group/PericiaForense/?referer=');"><strong>&#8220;Perícia Forense Aplicada à Informática&#8221;</strong></a><strong>,</strong> do qual faço parte, encontrei alguns arquivos muito interessantes sobre esta área da Perícia Forense.</p>
<p>Como os arquivos estão disponibilizados ao público,  <span style="text-decoration: underline;">resolvi compartilhar este conhecimento em meu blog, disponibilizando-os para download aqui, em 3 etapas.</span></p>
<p>Nesta 1ª etapa, seguem <strong>2 monografias</strong>:</p>
<p><strong>1. <em>&#8220;Análise forense de intrusões em sistemas computacionais: técnicas, procedimentos e ferramentas&#8221;</em></strong> (Marcelo Abdalla dos Reis e Paulo Lício de Geus) -<strong> </strong><a href="http://www.truzzi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Monografia_AnaliseForense.pdf"><strong>Monografia_AnaliseForense</strong></a></p>
<p><strong>2. <em>&#8220;Ciência Forense: das origens à Ciência Forense Computacional&#8221;</em></strong> (Carlos Henrique Calazans e Sandra Maria Calazans) &#8211; <strong> </strong><a href="http://www.truzzi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Monografia_CienciaForense.pdf"><strong>Monografia_CienciaForense</strong></a></p>
<p>Para fazer o download, basta clicar nos links respectivos.</p>
<p><strong>Na próxima semana,</strong> disponibilizaremos:</p>
<p>- &#8220;<em>Forensic Examination of Digital Evidence: A guide for Law Enforcement&#8221;</em> =&gt; documento elaborado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos;</p>
<p>- <em>&#8220;Perícia Forense aplicada à Informática&#8221; </em>=&gt; Monografia de conclusão de Pós-Graduação, de Andrey Rodrigues de Freitas.</p>
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		<title>ESTUDOS DE DIREITO DE AUTOR &#8211; Material para download</title>
		<link>http://www.truzzi.com.br/blog/2010/07/14/estudos-de-direito-de-autor-material-para-download/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Excelente material sobre ESTUDOS DE DIREITO DE AUTOR &#8211; A REVISÃO DA LEI DE DIREITOS AUTORAIS, produzido pelo Grupo de Estudos em Direito Autoral e Informação da Universidade Federal de Santa Catariana (GEDAI/UFSC).
Clique no link a seguir para fazer o download do conteúdo na íntegra: LivroEstudosDirAutor_GedaiUFSC_
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop">E</span>xcelente material sobre <strong>ESTUDOS DE DIREITO DE AUTOR &#8211; A REVISÃO DA LEI DE DIREITOS AUTORAIS</strong>, produzido pelo Grupo de Estudos em Direito Autoral e Informação da Universidade Federal de Santa Catariana (GEDAI/UFSC).</p>
<p>Clique no link a seguir para fazer o download do conteúdo na íntegra: <a href="http://www.truzzi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/GedaiUFSC_LivroEstudosDirAutor_vfinal.pdf">LivroEstudosDirAutor_GedaiUFSC_</a></p>
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		<title>LEGISLAÇÃO SOBRE INTERNET NO BRASIL &#8211; material para download</title>
		<link>http://www.truzzi.com.br/blog/2010/07/13/legislacao-sobre-internet-no-brasil-material-para-download/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 14:20:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Excelente material elaborado pela Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados: LEGISLAÇÃO SOBRE INTERNET NO BRASIL.
Clique no link a seguir para fazer o download do conteúdo: EstudoCamara_LegislacaoInternet
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop">E</span>xcelente material elaborado pela <strong>Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados: LEGISLAÇÃO SOBRE INTERNET NO BRASIL.</strong></p>
<p>Clique no link a seguir para fazer o download do conteúdo: <a href="http://www.truzzi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/EstudoCamara_LegislacaoInternet2009.pdf">EstudoCamara_LegislacaoInternet</a></p>
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		<title>Justiça 2.0: Os meios eletrônicos desafiam operadores do Direito</title>
		<link>http://www.truzzi.com.br/blog/2010/07/07/justica-2-0-os-meios-eletronicos-desafiam-operadores-do-direito/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 18:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Excelente artigo do colega Omar Kaminski, advogado especialista em Direito Eletrônico, sobre a importância dos juristas se adequarem às novas tecnologias.
Estamos em meio a uma verdadeira, notória e quiçá irreversível revolução. Não só o mercado demanda novos profissionais para novas especialidades, como o processo eletrônico exige um conhecimento mais abrangente quanto à utilização das novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop">E</span>xcelente artigo do colega Omar Kaminski, advogado especialista em Direito Eletrônico, sobre a importância dos juristas se adequarem às novas tecnologias.</p>
<blockquote><p>Estamos em meio a uma verdadeira, notória e quiçá irreversível revolução. Não só o mercado demanda novos profissionais para novas especialidades, como o processo eletrônico exige um conhecimento mais abrangente quanto à utilização das novas tecnologias.</p>
<p>No caso das ciências jurídicas, podemos chamar essa mudança de Justiça 2.0, ou Web Advocacia, tamanha a revolução conceitual e prática. Simboliza a brutal transformação que o Direito vem sofrendo especialmente nos últimos anos.</p>
<p>Na era digital, o bem informático mais valioso é, certamente, a informação. A maneira como manipulá-la e armazená-la, por exemplo. Estamos, portanto, na era da informação, da sociedade do conhecimento, da sociedade em rede. Parece óbvio repetirmos que a informática e a internet estão possibilitando o acesso a todo conhecimento possível e disponível, e o profissional do Direito também deve se valer dessas benesses, sem tropeçar constantemente nos problemas inerentes.</p>
<p>Para contextualizar, a origem do computador se deu com o ábaco, no longínquo 4.000 a.C. Sendo que bem mais tarde foi criado o primeiro computador eletrônico em larga escala, o Eniac, há pouco mais de meio século. De lá pra cá, houve um salto qualitativo e quantitativo.</p>
<p>Mais recentemente estamos acompanhando uma profusão de possibilidades dentro do conceito “computador pessoal”, ou PC, que evoluiu para o notebook, palmtop, handheld, tablet, touchscreen, iphone, blackberry, ipad, memórias cada vez mais compactas e baterias cada vez mais duradouras.</p>
<p>Estamos entregues ao bel prazer das novas tecnologias, do reinado da matemática computacional frente à sagacidade humana e capacidade de se adaptar. Basta dizer que as crianças de hoje em dia já nascem digitando.</p>
<p>O problema é conseguir navegar nesse mar de neologismos e termos estranhos, outros nem tanto: Windows, Linux, Mac. Conexões com fio, sem fio, por satélite, bluetooth, wi-fi, broadband, wi-max, hotspot. Padrões, interoperabilidade, segurança, confiabilidade, disponibilidade. Compatibilidade.</p>
<p>É de se esperar que os advogados venham a ser desafiados constantemente a operar também nesse mundo, junto com os programadores, analistas de sistemas, especialistas em segurança,engenheiros de software e webdesigners. Simplesmente porque o substrato do trabalho do advogado está, cada vez mais, concentrado no formato digital.</p>
<p>Porém, mesmo depois de anos de evolução e estudos, ainda não estamos nem perto do ápice. Só mais recentemente começamos a entender a internet como um veículo de comunicação, interação e compartilhamento como uma invenção fantástica cujos valores basilares, como a neutralidade da rede, devem ser preservados e defendidos. Mas muitos ainda não se deram conta da verdadeira batalha que é travada todo dia na rede.</p>
<p>Que devemos participar e reagir contra regulações que ameacem certas liberdades. Isso pode ser feito inclusive de forma online, com engajamento junto a entidades do gênero, que começam a se fortalecer e outras começam a surgir.</p>
<p>É notável uma certa politização, e discussões se intensificam: segurança versus privacidade, liberdade de expressão versus censura, software livre versus software proprietário, compartilhamento versus restrição de acesso, público versus privado, liberdade versus controle.</p>
<p>Quais novas leis podemos esperar nesse contexto? Devemos simplesmente adaptar nossas leis? Quais novas leis precisam ser criadas? O Direito é afetado constantemente pelas novas tecnologias, porém não devemos esperar novas situações toda vez que uma novidade surgir. Temos que ter bem claros os valores e princípios jurídicos, que devem se prolongar no tempo, e não querer novas leis toda vez que uma nova situação tecnológica surgir desafiando nossa realidade.</p>
<p>Em termos legislativos, temos pelo menos duas importantes iniciativas em andamento: a do marco civil da internet e da modernização da lei autoral. O método de consulta pública, aberta a todos os interessados, revela-se um modelo a ser seguido. E temos ainda as eleições no fim do ano, verdadeira batalha campal também pela internet.</p>
<p>Nesse contexto, não podemos nos esquecer das redes sociais, como o Orkut, tido por alguns como um “vetor de crimes”, o crescente Facebook e o divertido Twitter. E dos já declarados mortos inúmeras vezes, os heróicos blogs que são o símbolo da liberdade da expressão na internet.</p>
<p>Em que pese tudo isso, convenhamos: nem todos os advogados querem militar nessa novel superárea, participando dos debates e adquirindo todas as novidades em termos de <em>gadgets</em> e traquitanas eletrônicas. Alguns têm, e é compreensível, uma aversão à tecnologia, senão fobia.</p>
<p>Contudo, fatalmente, todos os causídicos sem exceção darão de cara, ou já deram, com estes termos típicos da informática jurídica: processo eletrônico, processo judicial eletrônico, processo virtual, e-proc, certificação digital, assinatura digital, entre outros. O que significa mais celeridade e transparência, prometem, mas implica em acostumar a ler na tela do computador longas petições, usar menos papel, manipular senhas e armazenar informações muitas vezes sigilosas.</p>
<p>Os otimistas pelo processo eletrônico são unânimes em dizer que se trata de processo irreversível. Sim, estamos presos entre duas gerações, a com papel e a cada vez mais sem papel. Estamos na era do Processo 1.5, da digitalização e virtualização. E somos todos <em>beta testers</em> dos diversos sistemas de peticionamento, que conforme prevê a lei, devem primar pela padronização e pela utilização de sistemas abertos.</p>
<p>Então, em termos mais realistas, diante de tanta inovação e promessas, é de se esperar que o advogado se locomova com facilidade nesse universo virtual? E para que isso ocorra, o que é necessário?</p>
<p>E, diante da irreversibilidade da realidade tecnológica, temos outra saída? Teremos ao menos a opção de continuar peticionando em papel? Pelo jeito, não por muito tempo. Seremos meros expectadores ou podemos intervir ativamente?</p>
<p>Então, colega jurista, a pergunta que deve ser feita é a seguinte: você já está se preparando para se beneficiar também dos meios eletrônicos? Está preparado para a nova era digital, eletrônica, virtual, cibernética, online? Fica o conselho: é melhor que esteja, para não ficar dependente do técnico de plantão toda vez que um problema informático surgir.</p>
<p>Sugerimos que procure se familiarizar com as tecnologias, procure usufruir das possibilidades, procure entender melhor como os dispositivos computacionais funcionam, para que não chegue o desespero quando, aos 45 minutos do segundo tempo do prazo final, acabe a luz, surja um vírus, o site saia do ar, o computador trave.</p>
<p>Quanto mais pudermos dominar as ferramentas cada vez mais indispensáveis em nossa profissão, quanto mais opções tivermos frente a um desafio, menos seremos ameaçados pelo obsoletismo e mais preparados estaremos para a revolução tecnológica, que segundo consta, não será televisionada — salvo em formato digital, alta definição e 3D. E essa hora já chegou.</p></blockquote>
<p>Autor: Omar Kaminski</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.internetlegal.com.br/2010/07/justica-2-0-os-meios-eletronicos-desafiam-operadores-do-direito/" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.internetlegal.com.br/2010/07/justica-2-0-os-meios-eletronicos-desafiam-operadores-do-direito/?referer=');">http://www.internetlegal.com.br/2010/07/justica-2-0-os-meios-eletronicos-desafiam-operadores-do-direito/</a></p>
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		<title>Mãe é condenada por bullying praticado por filho no RS</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 19:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mulher terá de pagar indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta semana a mãe de um adolescente que cometeu cyberbullying (uso de meios eletrônicos para comportamento hostil). O menor criou uma página na internet com a finalidade de ofender um colega de classe. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span class="drop">M</span>ulher terá de pagar indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil</strong></p>
<p>Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta semana a mãe de um adolescente que cometeu cyberbullying (uso de meios eletrônicos para comportamento hostil). O menor criou uma página na internet com a finalidade de ofender um colega de classe. A mãe terá de pagar indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil, corrigidos monetariamente.</p>
<p>De acordo com a Justiça, a vítima entrou com uma ação na cidade de Carazinho, alegando que fotos suas foram copiadas e alteradas, dando origem a um fotolog (espécie de diário fotográfico online) criado em seu nome. Na página, foram postadas mensagens levianas e ofensivas, segundo a vítima. Além disso, foram feitas montagens fotográficas nas quais o autor é retratado em cenas constrangedoras.</p>
<p>Segundo ele, após muita insistência e denúncias por mais de um mês, o provedor cancelou o fotolog. Na sequência, o autor começou a receber e-mails com conteúdo ofensivo, razão pela qual providenciou registro de ocorrência policial e ingressou com ação cautelar para que o provedor fornecesse dados sobre a identidade do proprietário do computador de onde as mensagens foram postadas, chegando ao nome da mãe de um colega de classe.</p>
<p>Os fatos ocorreram enquanto o autor ainda era adolescente e, segundo ele, foram muito prejudiciais, havendo necessidade de recorrer a auxílio psicológico. Por essas razões, sustentou que a mãe do criador da página deveria ser responsabilizada já que as mensagens partiram de seu computador, bem como o provedor, por permitir a divulgação do fotolog.</p>
<p>No 1º Grau, a Juíza de Direito Taís Culau de Barros, da 1ª Vara Cível de Carazinho, condenou a mãe ao pagamento de indenização por dano moral no valor de R$ 5 mil e descartou a responsabilidade por parte do provedor de internet. &#8220;Os fatos são claros: em face da ausência de limites que acomete muitos jovens nos dias de hoje, vide os inúmeros casos de bullying e inclusive atrocidades cometidas por adolescentes que vêm a público, o filho da ré, e quem sabe outros amigos, resolveram ofender, achincalhar, e quiçá, fazer com que o autor se sentisse bobo perante a comunidade de Carazinho&#8221;, diz a sentença.</p>
<p>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/mae-e-condenada-por-bullying-praticado-por-filho-no-rs" onclick="urchinTracker('/outgoing/veja.abril.com.br/noticia/educacao/mae-e-condenada-por-bullying-praticado-por-filho-no-rs?referer=');">http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/mae-e-condenada-por-bullying-praticado-por-filho-no-rs</a></p>
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		<title>Delegacia especializada em crimes virtuais recebe denúncias via Twitter</title>
		<link>http://www.truzzi.com.br/blog/2010/07/05/delegacia-especializada-em-crimes-virtuais-recebe-denuncias-via-twitter/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 17:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Divisão foi inaugurada em Porto Alegre e é uma das pioneiras no país
O Rio Grande do Sul agora tem uma delegacia especializada em crimes virtuais. Com o aumento de delitos desse tipo no Brasil e, também, na região, a Polícia Civil do estado, como parte do plano de reestruturação do Departamento Estadual de Investigações Criminais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span class="drop">D</span>ivisão foi inaugurada em Porto Alegre e é uma das pioneiras no país</strong></p>
<p>O Rio Grande do Sul agora tem uma delegacia especializada em crimes virtuais. Com o aumento de delitos desse tipo no Brasil e, também, na região, a Polícia Civil do estado, como parte do plano de reestruturação do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), criou, em 2006, a <strong>Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI),</strong> que foi instalada na última semana. <strong>A sede funcionará no prédio do Deic, em Porto Alegre, e as denúncias poderão ser feitas via web, pelo e-mail ou twitter da divisão.</strong></p>
<p>O responsável pela DRCI do Rio Grande do Sul é o delegado <strong>Émerson Wendt</strong>, que dirige a Divisão de Assessoramento Especial do DEIC e coordena o curso de Inteligência Policial, na Academia de Polícia Civil (Acadepol). Segundo ele, as investigações terão como foco a análise de domínios e a origem de e-mails, que são as principais fontes de fraude.</p>
<p>Além dos comuns delitos relacionados a fraudes bancárias e com cartões de crédito, a delegacia investigará, também, casos de crimes contra a honra (calúnia, injúria e difamação) e ameaças. O delegado, inclusive, lembra que as redes sociais ainda são um &#8220;grave vetor&#8221; de crimes desse tipo.</p>
<p><strong>A delegacia recebe denúncias pelo e-mail drci@pc.rs.gov.br, pelo Twitter</strong><a href="http://www.twitter.com/drci_rs" target="_blank" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.twitter.com/drci_rs?referer=');"><strong> www.twitter.com/drci_rs</strong></a><strong> e, de acordo com Wendt, a divisão planeja a criação de uma página para denúncias online.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>No Brasil</strong></p>
<p>Hoje, no Brasil, há poucas delegacias especializadas em crimes virtuais. Mas as já instaladas estão habilitadas para receber denúncias de qualquer parte do Brasil. De acordo com o site Safernet.org.br, especializado em prevenção de fraudes virtuais, além do Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Paraná também possuem divisões próprias para investigações de cibercrimes.</p>
<p><strong>Para ver os endereços e canais de contato das delegacias, </strong><a title="Delegacias especializadas em Crimes Digitais" href="http://www.safernet.org.br/site/prevencao/orientacao/delegacias" target="_blank" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.safernet.org.br/site/prevencao/orientacao/delegacias?referer=');"><strong>clique aqui</strong></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/delegacia-especializada-em-crimes-virtuais-recebe-denuncias-via-twitter/35231/" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/delegacia-especializada-em-crimes-virtuais-recebe-denuncias-via-twitter/35231/?referer=');">http://www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/delegacia-especializada-em-crimes-virtuais-recebe-denuncias-via-twitter/35231/</a></p>
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		<title>Artigo &#8211; &#8220;SECURITY OFFICER &#8211; A importância do profissional de Segurança da Informação nas instituições&#8221;</title>
		<link>http://www.truzzi.com.br/blog/2010/07/01/artigo-security-officer-a-importancia-do-profissional-de-seguranca-da-informacao-nas-instituicoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 13:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segue abaixo artigo que redigi sobre a importância do profissional de Segurança da Informação nas organizações.
Clique no link a seguir para fazer o download do artigo em .pdf: SO_Importancia_profissional_SI_GiseleTruzzi

SECURITY OFFICER 
A importância do profissional de Segurança da Informação nas instituições
O Security Officer é o profissional responsável pela Segurança da Informação de uma instituição. E o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop">S</span>egue abaixo artigo que redigi sobre a importância do profissional de Segurança da Informação nas organizações.</p>
<p>Clique no link a seguir para fazer o download do artigo em .pdf: <a href="http://www.truzzi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/SO_Importancia_profissional_SI_GiseleTruzzi1.pdf">SO_Importancia_profissional_SI_GiseleTruzzi</a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-size: small;">SECURITY OFFICER </span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A importância do profissional de Segurança da Informação nas instituições</strong></p>
<p>O Security Officer é o profissional responsável pela Segurança da Informação de uma instituição. E o que é Segurança da Informação (SI)? Qual a importância de designar uma pessoa especialmente para esta área?</p>
<p>Primeiramente, deve-se visualizar o seguinte cenário: atualmente vive-se em uma sociedade totalmente dependente de tecnologia, onde a inclusão digital cresce exponencialmente. Logo, as informações, antes armazenadas em papéis e arquivos gigantescos, concentram-se cada vez mais em dados, resumindo-se a bits armazenados em microchips. O principal ativo das instituições é a informação. </p>
<p> As informações, agora digitais, são criadas, processadas, armazenadas e transportadas em dispositivos eletrônicos. É possível conectarmos um pendrive a uma um computador e copiar todo o banco de dados de uma empresa em poucos minutos. Ou pode-se também levar diversos documentos sigilosos, notas fiscais e outras informações impressas.</p>
<p> Mas será que quem fez essa cópia tinha autorização para tanto? Quais informações foram apropriadas indevidamente ou deletadas? Qual será o destino desses arquivos?</p>
<p>Neste cenário, cabe à organização definir quais são as regras e condutas esperadas de seus colaboradores por meio de políticas e normas, e implementar controles de segurança em seus ativos de informação<a href="http://www.truzzi.com.br/blog/wp-admin/post-new.php#_ftn1">[1]</a>.</p>
<p>Para implementar segurança nos procedimentos de uma instituição, garantindo-lhe que seus ativos estarão protegidos, e consequentemente, estará resguardada a reputação e imagem da empresa, a presença de um Security Officer é extremamente útil. Ele irá gerir todas as atividades de uma instituição relacionadas à Segurança da Informação.</p>
<p>E por Segurança da Informação, conforme a ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005, entendemos que é a proteção da informação de vários tipos de ameaças, a fim de garantir a continuidade do negócio, minimizar os riscos, maximizar o retorno sobre os investimentos e as oportunidades para a instituição. Segurança da Informação consiste na proteção dos ativos que contêm informações, isto é, ativos que geram, processam, manipulam, transmitem e armazenam informações.</p>
<p>A Segurança da Informação garante que os ativos da instituição sejam protegidos sob três requisitos:</p>
<ul>
<li><strong>Confidencialidade:</strong> é o sigilo da informação. Garantia de que apenas as pessoas que devem ter conhecimento a seu respeito poderão acessá-la.</li>
<li><strong>Integridade:</strong> garantia de que as informações irão permanecer em seu estado original, protegida de alterações.</li>
<li><strong>Disponibilidade:</strong> garantia de que as informações estarão acessíveis àqueles que dela necessitam, no momento em que precisam.</li>
</ul>
<p>A criação de uma área específica de Segurança da Informação facilita a implantação de mecanismos de proteção contra as vulnerabilidades físicas, lógicas e comportamentais, que tanto afetam as instituições.</p>
<p>Eliminando-se (ou administrando-se) tais ameaças, diminui-se eventual impacto negativo nos negócios, na imagem e na reputação da empresa, bem como se resguarda os clientes desta contra riscos iminentes ou futuros.</p>
<p> De tal modo, o Security Officer agrega um diferencial competitivo à instituição, através de gestão de riscos e implantação de controles, viabilização de novos negócios e governança de Segurança da Informação.</p>
<p>O Security Officer terá sua atuação vinculada à área de SI da instituição, ou mesmo a um Comitê de SI, sendo independente do Departamento de TI e reportando-se à Diretoria da empresa. Deverá atuar sempre tendo em mente os “4 P’s da Segurança”: Pessoas, Políticas, Processos e Produtos; atentando aos objetivos e características específicas do negócio, aos aspectos legais e normativos (<em>compliance), </em>bem como à infra-estrutura física da organização.</p>
<p> Apesar de ser comum que responsáveis da área de TI atuem no departamento de Segurança da Informação concomitantente, isto não é recomendável. Profissionais responsáveis por TI e SI, atuando em ambas as áreas, criam situações de conflitos de interesses, afinal, o profissional de SI é responsável por verificar também a área de TI. E neste caso, como um mesmo indivíduo poderá fiscalizar-se a si próprio?!</p>
<p>O Security Officer deverá agir com imparcialidade e autonomia, por isso o ideal é que esteja atrelado exclusivamente à área de SI, e que esta não seja subordinada à TI.</p>
<p>O profissional de Segurança da Informação terá também uma grande responsabilidade: conscientizar os usuários, visto que de nada adianta implantar políticas, normas e procedimentos, adquirir ferramentas tecnológicas, se os indivíduos não têm consciência sobre o uso das tecnologias.  Afinal, <em>“segurança é um processo, não um produto.” </em>(Bruce Schneier)</p>
<p> <strong>Gisele Truzzi</strong></p>
<p>Advogada especialista em Direito Digital e Direito Eletrônico</p>
<p><a href="http://www.truzzi.com.br/">www.truzzi.com.br</a></p>
<p><a href="mailto:gisele@truzzi.com.br">gisele@truzzi.com.br</a></p>
<hr size="1" /><a href="http://www.truzzi.com.br/blog/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[1]</a> Segundo Marcos Sêmola: <em>“a informação representa a inteligência competitiva dos negócios e é reconhecida como ativo crítico para continuidade operacional e saúde da empresa</em>”.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista &#8211; Rádio CBN &#8211; &#8220;O papel dos pais e as novas tecnologias</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 17:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista concedida para a rádio CBN, no dia 14/06/2010, sobre o papel dos pais e as novas tecnologias.
Clique no link abaixo para ouvir a entrevista:
Entrevista &#8211; Rádio CBN &#8211; \&#8221;O papel dos pais e as novas tecnologias\&#8221;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop">E</span>ntrevista concedida para a rádio CBN, no dia 14/06/2010, sobre o papel dos pais e as novas tecnologias.</p>
<p>Clique no link abaixo para ouvir a entrevista:</p>
<p><a href="http://www2.gazetaonline.com.br/includes/paginas/popup_cbn_audio.php?wma=cbnent_100615_07_wmbl.wma" onclick="urchinTracker('/outgoing/www2.gazetaonline.com.br/includes/paginas/popup_cbn_audio.php?wma=cbnent_100615_07_wmbl.wma&amp;referer=');">Entrevista &#8211; Rádio CBN &#8211; \&#8221;O papel dos pais e as novas tecnologias\&#8221;</a></p>
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		<title>Entrevista &#8211; Jogos de azar online &#8211; CNT Jornal</title>
		<link>http://www.truzzi.com.br/blog/2010/06/07/entrevista-jogos-de-azar-online-cnt-jornal/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 22:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista concedida ao programa CNT Jornal sobre JOGOS DE AZAR praticados através da INTERNET.
Exibida em 18/05/2010. (CNT TV)

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			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop">E</span>ntrevista concedida ao programa CNT Jornal sobre JOGOS DE AZAR praticados através da INTERNET.</p>
<p>Exibida em 18/05/2010. (CNT TV)</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HnbD62Sfix8" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/HnbD62Sfix8"></embed></object></p>
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		<title>Artigo &#8211; &#8220;COMO EDUCAR OS FILHOS PARA A ERA DIGITAL?&#8221;</title>
		<link>http://www.truzzi.com.br/blog/2010/05/31/artigo-como-educar-os-filhos-para-a-era-digital/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 14:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gisele Truzzi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="drop">S</span>e você tem filhos, saberia dizer se eles participam de redes sociais? Será que eles possuem perfis em sites de relacionamento? Ou publicam fotos e informações em blogs e microblogs? Você já pesquisou pelo nome de seu filho junto aos principais sites de busca? Sabe se ele é vítima de <em>cyberbullying? </em>Se você ficou em dúvida quanto a tais questões, é o momento de refletir sobre as influências das novas tecnologias na vida de seus filhos.</p>
<p>A maioria dos pais não imagina os riscos trazidos pelo uso da Tecnologia sem orientação; e muitos deles sequer têm ideia do que seriam redes sociais, blogs e programas P2P (<em>peer-to-peer</em>), por exemplo. Outros pensam que se o filho está em casa, à frente do computador, é muito melhor do que se estivesse brincando na rua. Alguns pais também enganam-se a si mesmos, afirmando que o filho seria incapaz de gerar qualquer tipo de problema através da Internet.</p>
<p>Atualmente, é raro alguém dar um celular de presente ao filho adolescente e orientar-lhe de que ele não pode fotografar os amigos sem autorização e publicar as imagens na Internet sem o consentimento expresso do fotografado, pois isso caracteriza violação ao direito de imagem do indivíduo (Constituição Federal, art. 5o, inciso X). Tão raro também é a própria escola orientar os alunos, pais e professores quanto à reputação negativa gerada pela publicação de comentários ofensivos em comunidades virtuais; bem como quanto ao uso indevido de materiais protegidos por direitos autorais. Porém, estas são três das principais situações constrangedoras que envolvem crianças, adolescentes e jovens, e que produzem consequências jurídicas não somente para os menores de idade, mas também para seus pais e para a instituição de ensino.</p>
<p>O número de ações judiciais que visam à reparação de danos causados pela publicação de uma imagem ou de um conteúdo difamatório na Internet vem crescendo cada vez mais, na mesma proporção dos crimes digitais.</p>
<p>Nesse sentido, notamos que os principais crimes praticados através da Internet são: I) crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria – art. 138, 139 e 141 do Cód. Penal, respectivamente), onde podemos enquadrar o <em>cyberbullying</em>; II) pedofilia (art. 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n. 8069/90); III) racismo (Lei n. 7437/85); IV) furto (art. 155, Cód. Penal), exemplificado através da invasão de contas bancárias e desvio de valores; V) estelionato (art. 171, Cód. Penal), cujo exemplo é envio de e-mails fraudulentos <em>(phishing scam) </em>que visam à instalação de códigos maliciosos na máquina e posterior subtração de informações, para prática de fraudes financeiras.</p>
<p>Infelizmente, a prática profissional nos mostra que há um grande número de crianças, adolescentes e jovens que não somente são vítimas de crimes, mas também passam a ser agentes de práticas ilícitas. De acordo com o E.C.A. (Estatuto da Criança e do Adolescente), um menor de idade não pratica “crime”, e sim, “ato infracional” (art. 103 do E.C.A.); estando sujeito, portanto, a cumprir uma sanção imposta pelo Juiz, conforme sua idade. Além disso, nada impede que o indivíduo lesado busque, no âmbito cível, uma indenização pelos danos morais e materiais causados. Neste ponto, a atitude do menor ultrapassa para a esfera de responsabilidade de seus pais, que terão que arcar com o prejuízo.</p>
<p>Portanto, é imprescindível que os pais atualizem-se quanto às novas tecnologias, mantenham um diálogo aberto com seus filhos e participem de sua vida digital, orientando-lhes quanto aos perigos existentes também no mundo virtual.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Dicas para os pais dos internautas:</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">1. Pesquise pelo nome e e-mail de seu filho junto aos principais sites de busca e redes sociais;</p>
<p style="padding-left: 30px;">2. Saiba quem são seus “amigos virtuais”;</p>
<p style="padding-left: 30px;">3. Oriente-o quanto à publicação de imagens e conteúdos de terceiros na Internet;</p>
<p style="padding-left: 30px;">4. Tenha um perfil no mesmo site de relacionamento que seu filho;</p>
<p style="padding-left: 30px;">5. Mantenha o diálogo com ele e seja um exemplo positivo;</p>
<p style="padding-left: 30px;">6. Entre em contato com a escola, para o desenvolvimento de programas de conscientização.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em><strong>Dra. Gisele Truzzi, </strong>advogada especialista em Direito Digital e Direito Criminal. </em><a href="http://www.truzzi.com.br/"><strong><em>www.truzzi.com.br</em></strong></a><strong> </strong></p>
<p><strong>Faça o download do artigo clicando </strong><a title="Artigo COMO EDUCAR OS FILHOS PARA A ERA DIGITAL" href="http://www.truzzi.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/Artigo_ComoEducarFilhosEraDigital_GiseleTruzzi_junho2010.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a></p>
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